Por que dominar a IA é essencial para advogados?
Por Viseu Secondment
10/12/2024
A inteligência artificial (IA) não é mais uma possibilidade distante; ela já está presente em nossa rotina, transformando a maneira como trabalhamos e vivemos. No setor jurídico, muitas empresas estão reconfigurando tarefas rotineiras com automações e IA, como no processo de revisão de contratos, na análise preditiva de litígios e mapeamento de riscos regulatórios.
Mas o que essa transformação significa, na prática, para advogados e departamentos jurídicos?
Como Analista de Recrutamento no Viseu Secondment, temos cada vez mais buscado profissionais que vão além do domínio técnico das leis, buscando aqueles que saibam integrar tecnologia ao seu trabalho de forma estratégica e eficaz.
Esse novo cenário exige que os advogados sejam mais do que especialistas jurídicos — eles precisam entender de tecnologia, ter habilidade em gestão de projetos, entender de proteção de dados e tratamento de dados sensíveis, ter empatia digital, interpretar e aplicar os dados gerados por ferramentas de IA, utilizando essas informações para oferecer soluções mais rápidas, inovadoras e assertivas.
Para isso, o advogado do futuro precisa aliar conhecimento jurídico aprofundado ao domínio de tecnologias que agregam valor ao negócio, ou seja, precisa ser um profissional multidisciplinar.
O futuro do Direito: Desenvolvimento de competências com viés tecnológico
A IA não veio para substituir os advogados, mas para ampliar suas capacidades. O futuro do Direito será construído por aqueles que sabem aliar suas habilidades humanas — como criatividade, análise crítica e empatia — às capacidades analíticas e de processamento oferecidas pela tecnologia.
Essa colaboração promete um setor jurídico mais eficiente, com processos mais rápidos e decisões mais precisas, permitindo que os profissionais se dediquem ao que realmente importa: resolver problemas complexos, inovar e gerar valor para empresas e clientes.
O Direito está mudando, e a inteligência artificial desempenha um papel central nessa transformação. A pergunta que fica é: como você, advogado ou profissional jurídico, está se preparando para esse novo cenário? O futuro já está aqui.
*Por Iasmin dos Santos de Paula